quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Crise na indústria automobilística e trânsito

É interessante é notar que os mesmo órgãos de imprensa que falam deste problema noticiam também a "crise" da indústria automobilística. Será que a "crise" não seria algo bom? Será que não seria necessária uma produção cada vez menor? Será que não se vê que, principalmente levando-se em conta um país como o nosso, já há automóveis demais???

A frota das 12 principais capitais do Brasil praticamente dobrou em dez anos. O crescimento médio no número de veículos foi de 77%, sem que a infraestrutura viária e os órgãos de controle do trânsito acompanhassem o ritmo. Em São Paulo, a metrópole que mais ganhou carros em números absolutos, as ruas receberam três milhões e 400 mil veículos entre 2001 e 2011. As 12 principais metrópoles somam 20 milhões de veículos, o que corresponde a 44% da frota nacional.
Fonte http://radioglobo.globoradio.globo.com/noticias/2012/10/02/EXCESSO-DE-CARROS-NAS-GRANDES-CIDADES.htm

Mobilidade limitada e rotina de restrições
Os congestionamentos limitam o direito de ir e vir, que está previsto na Constituição. Em São Paulo, cidade brasileira que mais sofre com o problema, o colapso total do trânsito está previsto para 2012. De acordo com um levantamento feito pelo Ibope no início de 2008, 63% dos paulistanos gastam entre 30 minutos e 3 horas nos deslocamentos para a escola, universidade ou trabalho. Como falta infra-estrutura adequada no transporte de massa (segundo o Ibope, 54% estão totalmente insatisfeitos com o transporte coletivo), o morador da metrópole adotou soluções individuais para o problema de locomoção. Resultado: o paulistano vive uma rotina cheia de restrições, pois o tráfego pelas ruas em várias partes do dia é quase inviável. Além de diminuir a velocidade média dos carros e ônibus, os congestionamentos retardam os serviços de emergência, como o deslocamento de ambulâncias e veículos do Corpo de Bombeiros.
Fonte http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/transito/contexto1.html

 O brasileiro gosta de carros. Essa frase já virou quase um bordão a definir um traço da cultura nacional. 
Mas, na verdade, durante a industrialização do país, os governos escolheram um modelo que privilegia o transporte individual ou rodoviário, em detrimento do transporte público ou ferroviário.
E o Brasil está cada vez mais mergulhado na cultura do carro. As vendas aumentam, o governo incentiva as vendas para combater a crise econômica, e a indústria automobilística é a segunda que mais contribui para o PIB no Brasil. So perde para o setor petroleiro.
Resultado: as cidades estão literalmente entupidas de carros. E são vários os problemas causados por esse enorme engarramento.
Fonte http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/tv/materias/PARTICIPACAO-POPULAR/434167-O-PROBLEMA-DO-EXCESSO-DE-CARROS-NAS-CIDADES.-QUAL-A-SOLUCAO.html

A multiplicação indiscriminada da frota automobilística já é um dos maiores problemas da Humanidade. Na maioria das capitais brasileiras (e mundiais) já não há a chamada “hora do rush”, porque sucessivos congestionamentos em diferentes horas do dia colapsam o trânsito progressivamente. A construção de mais pontes, viadutos, túneis ou vias expressas são paliativos, não resolvem efetivamente o problema, como muitas vezes, indiretamente, contribuem para estimular o uso do carro. A mobilidade urbana se tornou questão central do debate sobre qualidade de vida nas cidades.
Fonte http://g1.globo.com/platb/mundo-sustentavel/2012/09/19/dez-razoes-para-levar-a-serio-o-dia-mundial-sem-carro/

“Há quatro anos, só para citar o exemplo de São Paulo, a cada minuto, nós tínhamos cerca de 100 metros de congestionamento sendo formado. Hoje em dia, neste mesmo minuto, nós temos 150 metros de congestionamento”. 

A pesquisa também mostrou ainda que aumentou o número de carros com apenas uma pessoa. Só num semáforo, deu para contar três motoristas sozinhos. Isso contribui para a formação mais rápida do congestionamento. 

Nunca cada metro quadrado foi tão valioso. Se a caixa cai da moto, logo se forma uma fila. Tantos nós no dia-a-dia reduziram, nos últimos quatro anos, a estimativa de tempo para que o trânsito pare de vez. 

Em São Paulo, o prazo caiu de cinco anos para quatro. No Rio, de dez para nove. Porto Alegre e Belo Horizonte de 15 para 12 anos. 

A primeira explicação: recorde na venda de carros. E a segunda: infraestrutura. O impacto de um veículo a mais nas capitais de Minas e do Rio Grande do Sul é três vezes maior do que no Rio e em São Paulo, metrópoles mais preparadas para trânsitos pesados
Fonte http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1126777-10406,00-CONGESTIONAMENTO+E+UMA+PRAGA+NAS+CAPITAIS+DO+BRASIL.html

AGORA VEJAM SE NÃO HÁ UM CONTRASSENSO NA "PREOCUPAÇÃO" DEMONSTRADA NESTA NOTÍCIA:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/02/1414350-analise-industria-automotiva-da-2014-como-perdido-e-ja-olha-para-20152016.shtml

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Democracia?

A palavra liberdade pode ser pesquisada em qualquer parâmetro e jamais será compatível com obrigação. Ainda mais com obrigação de exercer um direito.Direito, por definição, é algo que se escolhe exercer. O famoso "direito de permanecer calado" dos filmes americanos é talvez o mais fácil de se perceber isto.
Na democracia supostamente há liberdade. Liberdade de escolher seus representantes. Ou de não escolhê-los. 
Bem... no Brasil não é assim. Você pode ser punido se não exercer um direito. Você não tem a liberdade de exercer ou não um direito.Você não é livre para abster-se. Será que isto é democracia?
A palavra democracia tem origem no gregodemokratía que é composta por demos (que significa povo) e kratos (que significa poder). Neste sistema político, o poder é exercido pelo povo através do sufrágio universal. fonte:http://www.significados.com.br/democracia/

Democracia é uma forma de governo em que todos os cidadãos elegíveis participam igualmente — diretamente ou através de representantes eleitos — na proposta, no desenvolvimento e na criação de leis, exercendo o poder da governação através do sufrágio universal. Ela abrange as condições sociais, econômicas e culturais que permitem o exercício livre e igual da autodeterminação política. fonte http://pt.wikipedia.org/wiki/Democracia (grifo meu)

Bem, a liberdade de escolher pressupõe a liberdade de abster-se. Se numa assembléia de condomínio isto é normal, então por que os governantes não acham o mesmo quanto a eleições políticas?

É melhor o voto é´o  de quem sabe o que está fazendo ou o de quem está lá simplesmente porque foi obrigado? Quem sabe melhor o que está fazendo?  E se a pessoa  simplesmente não estiver com vontade de votar, por que tem de ser obrigada?

O mais interessante é que entra governo e sai governo ninguém levanta esta lebre. Aparentemente nem a imprensa tem interesse neste assunto. Ou há o interesse reverso. Qualidade, quantidade... estas palavras me vêm à mente quando falamos de voto obrigatório.
A "argumentação" dos defensores do voto obrigatório é que haveria uma abstenção muito grande se não for compulsório o pleito. E daí? Novamente fazendo a analogia a uma assembléia de condomínio (e quem disse que é tão diferente?) quem se abstém não tem direito a reclamar. Não tem? Claro que tem, este é um princípio fundamental da democracia, a escolha da maioria é a escolha de todos, e mesmo que não tenha sido a minha escolha eu tenho o direito de opinar sobre os atos de quem foi escolhido.

Deste modo, vê-se que  não há vantagem alguma (pelo contrário, é uma vergonha) no voto obrigatório. 

Mas o mais interessante é que NENHUM PARTIDO, NENHUM CANDIDATO, (quase) NENHUM POLÍTICO advoga a ideia do voto facultativo. O que me faz pensar, quem seria interessado em se manter este "status quo"... Na minha opinião são os mesmos que mais prejudicam nosso país (ou qualquer país do mundo).

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Amor

Parece piegas. Talvez seja piegas. Com certeza é piegas.

Amor é o que pode salvar a humanidade. Isso é piegas. Piegas significa sentimentalismo exagerado, certo? Mas como se pode medir, ou dizer o limite da emoção e do modo como a expressamos?

Viver é uma experiência maravilhosa. Pode-se dizer que a única coisa importante da vida é o que sentimos, então o rumo que damos a ela depende dos sentimentos aos quais estamos ligados. Há pessoas que gostam de uma vida sem altos e baixos e há gente que gosta de viver nos extremos. Quem somos nós para julgar? De minha parte, gosto de pensar que estou entre estes dois, cada vez mais pendendo para o ultra-sentimentalismo. Gosto de minhas emoções e de expressá-las. Músicas e filmes fazem-me chorar com muito mais frequência agora que em minha adolescência. E, com isto, sinto-me uma pessoa melhor.

Acho que o homem só será salvo pela emoção.Mas uma emoção específica: o amor. Em todos os significados que os gregos davam a ele.E o amor faz com que queiramos ver os próximos e os distantes felizes. O amor de verdade não admite possessividade. Se você ama não deve prender a pessoa amada a não ser pela singela algema do sentimento. O amor é alimentado pelo amor. Ver as pessoas felizes faz (ou deveria fazer) aqueles ao redor felizes também.

Eu tenho a certeza de que o amor é principal coisa que faz a vida valer a pena. Pode não ser todo o tipo de amor, mas o certo é que sem ele não há vida de verdade.

E sei é que amo demais e a cada dia que passa quero demonstrar isto a todos ao meu redor.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Ativismo animal e a arrogância humana.

Recentemente um grupo de pessoas adentrou um instituto que faz experiências com animais e , com pena dos cachorros da raça Beagle os "resgatou". No facebook houve muita comoção, muita gente aclamando-os como heróis e apoiando a causa.
Então começaram as notícias das consequências. Animais foram abandonados nas ruas e até anunciados na internet para venda.
Há muitas considerações sobre o caso, comecemos com estas, o abandono e a venda. Tanto um como a outra denotam que muitos "ativistas" tinham como meta somente aparecer. Ah, diriam eles, aparecer é o objetivo, dá maior visibilidade à causa, angaria simpatias, simpatizantes e participantes. Sei... então abandonar os animais e vendê-los (mais dinheiro para a "causa"?) seriam baixas aceitáveis, como numa guerra? Então qual a diferença entre ativistas e pesquisadores se ambos aceitam um mal supostamente menor para um bem alegadamente maior?
Há mais: os cães estavam em ambiente controlado (os supostos maus tratos não foram sequer vislumbrados, apenas canis com fezes, o que não significa nada, já que muitos bichinhos acabaram sujando o local porque ficaram assustados com a invasão), e foram tirados sem qualquer precaução de saber qual experimento era realizado em cada um. É bem provável que alguns animais tenham adoecido e mesmo morrido devido à retirada deles do instituto. Não houve qualquer logística, planejamento ou mesmo cuidado com os cachorros. Parece coisa de papo de bar, como se no dia anterior um bando de boêmios pseudo intelectuais, no meio da bebedeira resolveu "salvar os beagles" por não ter coisa melhor a fazer.
Há, ainda, o mérito da questão de que testes em animais são, em si, uma coisa ruim. O ser humano só tem esta longevidade nos dias atuais em razão dos testes em animais. Os soros antiofídicos continuam sendo preparados com a inoculação em cavalos. A argumentação de que as reações dos testes em animais não é a mesma que em humanos não procede, já que há muitos aspectos a serem verificados, um medicamento não é criado do nada e está pronto para ser testado. Há uma série de etapas a serem seguidas. Falar em se fazer testes em humanos resultaria numa ineficácia na medida, já que tem-se de controlar o indivíduo testado até o final de seu ciclo de vida. Não se pode, por exemplo, fazer testes em papagaios ou tartarugas, os resultados demorariam muito, do mesmo modo que nos humanos.
Mas o pior de tudo é a arrogância. Os ativistas acham que têm de cuidar da Natureza para que ela não seja destruída. Esquecem-se que fazemos parte da natureza. Não somos mais nem menos. Por mais que se tente acabar, mesmo se tivesse havido a famigerada hecatombe nuclear tão temida há algumas décadas a Natureza permaneceria. Ela tem ciclos, e nós estamos somente em um deles. Não somos sequer um jardineiro para tomar conta do meio ambiente. Efeito estufa? Sempre existiu, de tempos em tempos. Só que o homem se recusa a ver quão pequena é sua participação nas coisas e que somos apenas uma engrenagem que altera muito pouca coisa no que tange a espaços de tempo realmente significativos.
Então, quando se diz que se quer salvar animais, seja da extinção ou de maus tratos, o que se objetiva, na realidade, é demonstrar o quão superior é o homem a estes seres indefesos. Mas, como eu disse, a natureza é cíclica, aquecimento, resfriamento, movimentação de placas tectônicas, tudo isto continua em curso, apesar de acharmos que nossa vidinha é perene. Os dinossauros dominaram a superfície terrestre por muito mais tempo que nós e foram extintos sem nossa participação, nem havia um homo sapiens para se acusar.
Claro que, por uma ética que criamos, torturar animais é algo inaceitável. Mesmo assim nunca vi ser invadida uma arena de touros ou de rodeios, acho que os ativistas não têm coragem para isto. Mas se há um parâmetro para se seguir este o o da sobrevivência, afinal isto sim é o natural. Sempre foi e sempre será assim, os animais (não somos mais que isto) têm de fazer tudo para permanecer como espécie. Se isto incluir testes em animais, por mais fofinhos que sejam e não houver alternativa é exatamente isto o que vai continuar a ocorrer.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Eu sei, eu sei, não tenho escrito nada nos últimos meses (anos?), mas jájá isto vai mudar. Aguardem.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

RESPEITO!

O governo faz tudo errado. O governo só nós ferra. O governo institui muitas taxas e impostos. O governo não cumpre com sua obrigação. São frases comuns do dia a dia, todos ouvimos, falamos ou concordamos com algumas, muitas ou todas elas. Eu fico, então, perguntando a mim mesmo: o tal "governo" é um ser que existe por si só? Principalmente em nosso país, há alguma possibilidade de o "governo" ter idéias próprias e agir conforme sua vontade. Parece-me que não. Primeiro, não existe uma entidade, um ser pensante, uma criatura maligna que está sempre pensando em se dar bem não importa o quanto de mal isto cause aos demais. Outra coisa é o fato de que quem escolhe o tal "governo" somos nós. Então devemos assumir nossa parcela de culpa pelos erros do "governo". Elegemos, e voltamos a eleger os tais membros do "governo". Que direito temos de falar mal de pessoas que insistimos em colocar numa posição que podem nos "ferrar"? Mas o pior não é isto. As pessoas (e não digo "nós" agora porque realmente não me considero incluido neste grupo) querem ter direitos, mas não admitem que têm obrigações. Eu não jogo um papel de bala nas ruas, apesar de minha casa não correr o risco de enchentes. ("Ah, é um papelzinho só", é o argumento dos infratores, esquecendo-se de que há MILHÕES de pessoas na cidade e que o tal "papelzinho" vai permanecer intacto durante muito, muito tempo!) Já ouvi muita gente dizendo que os radares são uma "indústria de multas", e uma delas vangloriando-se de que infringe as leis de trânsito sem se preocupar com multas porque "o carro não está em seu nome, mas no de sua irmã, que não tem carteira de habilitação, e tem dinheiro para pagar as multas". E quem paga este custo somos nós. Sinceramente não acho que haja radares demais, e sim a menos. Não acho que seja necessário, por outro lado, diminuir o limite de velocidade nas ruas para ocorrerem menos acidentes. Se as pessoas respeitarem os atuais limites é de uma certeza absoluta que muito menos gente vai-se acidentar. Quero mais radares, quero mais fiscalização. Quero, acima de tudo, que as pessoas sejam ensinadas a respeitar o direito de todas as outras, e que as coisas públicas não são coisa de ninguém, são coisas de todos!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

O que é a religião?

Uma alegoria do que são TODAS as religiões:

http://www.youtube.com/watch?v=fyo1rT5Q6eA

quinta-feira, 1 de março de 2012

Do contra

Eu não acho que temos radares demais, no trânsito. Acho que temos muito poucos. Quando dirijo vejo tanta gente ultrapassando a velocidade limite, costurando no trânsito, ameaçando muitas vidas que tenho a plena convicção de que é necessário correr menos. Não quer se atrasar? Saia mais cedo!

Também não acho que a carga tributária é muito alta. Acho que temos empresários que adoram lucrar demais, e isto é um prato cheio para o governo, qualquer que seja. A voracidade do leão é muito menor que a ambição da "livre iniciativa".

Sei que estou na contramão do que a maioria pensa. Mas sempre fui assim. Gostava de música clássica, quando todos curtiam discoteca. Mas existe um certo prazer em ser "do contra". Parece que sou o único certo num mundo de errados.

CLARO que sei que não é isto. Ir contra a maioria não é estar sozinho. Ainda mais hoje, quando podemos postar as ideias pela rede mundial e, por mais absurda que ela pareça ser, sempre vai aparecer alguém que concorda.

Também ir contra a maré não significa estar certo sozinho (com certeza a probalidade maior é do contrário). Mas também não significa que a verdade esteja aqui, ou ali. O que é a verdade, afinal?

A única coisa que sei é que gosto de ser do contra. Não me sinto obrigado a sentir, a gostar ou seguir a maioria. Acho que com isto TALVEZ eu consiga vislumbrar um pouco do que eu sou na realidade...

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Amor

Peço licença para declarar meu amor.
Dia dos namorados, friozinho, tudo acaba nos (ao menos a mim) levando a um clima mais romântico... Aliás, vocês não acham perfeito o dia dos namorados estar bem no início do tempo frio? A gente quer ficar mais grudado, aquecer um ao outro...
E não é isto o amor? Um aquecendo o outro, seja real ou figuradamente?
Eu sei é que a vida é bem melhor com ela. E que quero conquistá-la a cada dia que passa, mesmo que à vezes pareça o contrário. Quero viver ao seu lado. Quero namorá-la em cada dia de minha vida. E que em cada dia o namoro seja diferente. Pode ser uma conversa. Uma brincadeira. Uma canção. Mas quero, sim, apesar da dificuldade do cotidiano, namorar, namorar e namorar...

Porque, para mim, se não houver o namoro, nenhum casamento vale a pena.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Família, amor e religião

O assunto de hoje, provavelmente em todas as rodinhas de conversa do país deve ser a vitória obtida pelos casais homossexuais quanto à sua união civil. Uma justiça e, acima de tudo, uma constatação de que não se pode barrar as mudanças. É um fato o de que o Direito sempre "corre atrás" das mutações sociais. E nem poderia ser diferente, já que o ordenamento jurídico está a serviço da sociedade e deve, portanto, adaptar-se a ela e não ser-lhe imposto. A família constituída por casais do mesmo sexo é um fato, existe já há algum tempo e, felizmente, não é ilegal em nosso país. A única possibilidade que o Estado tem é dar guarida a estas famílias.

O interessante é que a argumentação contrária é tão fraca que o advogado dos grupos religiosos contrários ao tema citou a Bíblia ("deus criou Adão e Eva"). É cômico, não havia mesmo, então motivos relevantes para a não aprovação. Como é bom viver num Estado laico... (Apesar de menção a deus em nossas cédulas de real)

Mas, como sempre, os religiosos querem meter o bedelho em tudo. Não bastasse eles serem os maiores estelionatários do globo, já que vendem uma coisa inexistente, "vida eterna", "reencarnação", "D"eus e tantos dogmas sem sentido, ainda querem regular a vida civil das pessoas.´É muita intromissão, ou tentativa, já que a humanidade segue apesar destas investidas de conservadorismo. Gostaria de ver qual seria a cara do mais novo "beato" se visse como andam as coisas...

Para descontrair, aqui vai um vídeo bonitinho:



http://www.youtube.com/watch?v=IVseBfMq_Dc

quarta-feira, 16 de março de 2011

Coisas esotéricas


 é o nome genérico que designa um conjunto de tradições e interpretações filosóficas das doutrinas e religiões que buscam desvendar seu sentido supostamente oculto. O esoterismo é o termo para as doutrinas cujos princípios e conhecimentos não podem ou não devem ser "vulgarizados", sendo comunicados a um restrito número de discípulos escolhidos.

Segundo Blavatsky, criadora da moderna Teosofia, o termo "esotérico" refere-se ao que está "dentro", em oposição ao que está "fora" e que é designado como "exotérico". Designa o significado verdadeiro da doutrina, sua essência, em oposição ao exotérico que é a "vestimenta" da doutrina, sua "decoração". Também segundo Blavatsky, todas as religiões e filosofias concordam em sua essência, diferindo apenas na "vestimenta", pois todas foram inspiradas no que ela chamou de "Religião-Verdade".

Um sentido popular do termo é de afirmação ou conhecimento enigmático e impenetrável. Hoje em dia o termo é mais ligado ao misticismo, ou seja, à busca de supostas verdades e leis últimas que regem todo o universo, porém ligando ao mesmo tempo o natural com o sobrenatural." (fonte - wikipedia)

Os religiosos medianamente puristas tendem a execrar o esoterismo (confesso que somente depois de uma consulta à senhora Wikipedia é que soube que "esotérico" é com S...) Eu já fui religioso. Católico. Até cheguei a fazer o encontrinho (encontro de jovens com Cristo, para quem não está familiarizado).

Depois de algum (na verdade, muito, pois a lavagem cerebral social é muito forte) tempo eu percebi que não existe nada entre o céu e a terra, em que pese a opinião Shakesperiana contrária.

Bem, nem Shakespeare é unanimidade, nem mesmo quanto a sua existência...

Mas este post é contra o esoterismo, as coisas escondidas, o misticismo, os significados secretos, a magia, o sobrenatural.

Não existe qualquer coisa que não seja natural. Não existe o "sobrenatural". Existem coisas que ainda não foram explicadas. E, mesmo que não sejam, não significa que haja "magia no ar". Não há. A não ser que leve em conta a própria imaginação humana, pois esta é realmente é impressionante. Pois é dela que nasceu deus.

As pessoas confiam demais em seus "guias": seus adivinhos, padres, tarólogos, astrólogos...

Se fosse possível (na verdade, não sei se é) eu faria uma enquete perguntando quantas pessoas acredtiam em astrologia... Mesmo sem nenhuma evidência científica, apenas o imenso desejo humano de influir no cosmos...


Há ainda o que desenvolver desta ideia, admito que me dispersei. Mas...

NÃO EXISTE O SOBRENATURAL. NÃO EXISTE DEUS. EXITIMOS NÓS.

A partir disto começa Filosofia.

Ao menos a minha

terça-feira, 1 de março de 2011

Carros

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/03/02/acusado-de-atropelar-ciclistas-no-rs-permanecera-internado-em-hospital-psiquiatrico.jhtm

Após o impasse, no início da manhã desta quarta-feira (2), sobre a prisão do motorista que atropelou um grupo de ciclistas em Porto Alegre, ficou acordado que Ricardo Neis permanecerá internado no hospital Parque Belém, na zona sul de Porto Alegre, para acompanhamento psiquiátrico. Segundo novo laudo médico, o bancário deve permanecer sob observação, já que está abalado psicologicamente, podendo, inclusive, tentar suicídio.

“O médico entregou um laudo no qual avalia que o Neis deve ficar internado sob acompanhamento de profissionais da saúde. Ele pode vir a cometer um ato de suicídio. Dessa maneira, a polícia está solicitando à Justiça a remoção do acusado ao Instituto Psiquiátrico Forense”, informou o coordenador de imprensa da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, delegado Rodrigo Garcia. O nome do médico que assina o laudo ainda não foi divulgado.

Por volta das 6h30 de hoje, nove agentes da Polícia Civil foram ao hospital para cumprir o mandado de prisão deferido pela Justiça no final da noite de ontem. Lá, encontraram Neis sob efeito de medicamentos. O bancário estaria sem dormir há três dias.

Neis alegou estar “muito abalado”, segundo seus advogados. Contatado pela reportagem, o advogado Luis Fernando Albino, da equipe de defesa de Neis, afirmou no início da manhã: “Estão tentando tirar ele à força [do hospital]”, referindo-se aos policiais.

No fim da noite de terça-feira (1º), a juíza Rosane Michels, do 2º Juizado da 1ª vara do júri de Porto Alegre, decretou a prisão preventiva do motorista. A juíza acolheu o pedido feito pelo delegado Gilberto Montenegro, que investiga o caso.

Requerimento similar, formulado pelo Ministério Público, foi negado pela juíza. O teor da decisão não foi divulgado.

fonte: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/03/02/acusado-de-atropelar-ciclistas-no-rs-permanecera-internado-em-hospital-psiquiatrico.jhtm

Adoro dirigir. Demorei muitos anos, após receber a habilitação, para começar a conduzir um automóvel, e gosto da sensação. Mas atualmente não tenho a mínima vontade de pegar o carro. É que moro em São Paulo. E aqui não se dirige, apenas muda-se de vaga no congestionamento.

Agora eu pego ônibus, metrô, táxi e principalmente ando a pé. Carro somente em caso de extrema necessidade ou para viajar. A vida tornou-se melhor, evito o estresse do trânsito, meu humor melhorou, mesmo quando dirijo posso fazê-lo com prazer.

Não é o caso do indivíduo acima. Ele é um dos que se sentem todo poderosos quando atrás de um volante. E tem mais direitos que os outros, principalmene pedestres. Motociclistas são a escória, ciclistas não passam de formigas. E, como formigas, bem, por que não passar por cima? Foi o que ele fez.

Agora ele tem a coragem de alegar "legítima defesa", diz que iria ser linchado. Convenhamos, uma manifestação de ciclistas realmente costuma ser "muito ameaçadora", as bicicletas podem arranhar o carro, você pode perder alguns minutos de seu trajeto para não machucar ninguém... Mas não foi isso... ele passou por cima dos ciclistas. A filmagem não mostra nenhum tipo de ameaça dos ciclistas ao motorista. (Coitado do advogado de defesa, inventar uma desculpa para algo indesculpável é muito difícil!)Como tive de postar novamente (não saíram os links) a argumentação melhorou, agora o homem é caso psiquiátrico. Se for assim, quantos de nós deveríamos ser internados?

Para o caso, é esclarecedor e surpreendentemente atual um desenho animado de 1950, do Pateta, do Walt Disney (Goofy):

http://www.youtube.com/watch?v=RMZ3bsrtJZ0

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Mais sobre religião (assunto velho)

Andei olhando meus e-mails antigos e vi um que havia recebido quando da exibição do filme "A Paixão de Cristo", de Mel Gibson. Não conheço a remetente, ele foi-me reenviado, talvez na esperança de "conversão". Aí vai:

"Testemunho de alguém que assistiu ao filme "The Passion of the Christ"

Eu creio que todos vocês ouviram falar do filme do Mel Gibson, "The Passion of the Christ". Quarta-feira passada ele foi lançado aqui nos EUA. E eu fui assistir. Povo... é muito, muito, muito, muito, muito bom. O filme começa no Getsemani, e a hora que pegaram Jesus e começaram a bater nele, eu comecei a chorar, mas chorar, eu chorei o filme inteiro. E Deus falando comigo um monte. A Hora que o filme terminou eu fiquei um tempo chorando. O sacrifício de Jesus fez sentido. O filme não esconde detalhes de como Jesus foi ferido pelos nossos pecados. É bem violento. Sangue e
violência são dois elementos bem presentes no filme, é muito forte. Depois do filme, ler a bíblia ganhou outra dimensão. Desde então, não teve nenhum dia que não fui lembrada pelo Espírito Santo de uma parte do filme, aonde Ele começou a ministrar minha vida. Eu começo a orar e agradecer pelo sacrifício... É inevitável, da até
vergonha de pedir coisas pra Deus depois de tudo o que Ele fez. É a mensagem da cruz nua e crua. Não da muitos detalhes da vida de Jesus, mas prega a mensagem. A batalha que foi pra sair esse filme foi animal, o ator que fez Jesus, na cena da crucificação foi atingido por um raio e não foi lesado. Uma das chicotadas pegou nele por acidente e ele quase desmaiou de dor, chegou a ir ao hospital. Milagres e
conversões aconteceram durante a filmagem. Vale a pena ver, a única coisa é... Ore e peça pra Deus pra não ser só mais um filme, peça que o Espírito Santo revele Jesus de uma maneira nova pra você... E se você quiser convidar um não cristão pra ir contigo, é uma boa estratégia de evangelismo. E levem uma caixa de lenço de papel...
Deus tem falado tanto comigo, que se eu for escrever tudo você vai passar pelo menos uma meia hora lendo. Deus é muito bom. Uma das coisas que Ele me falou está em Mateus 24:14 diz que "este evangelho do reino será pregado em todo mundo como testemunho a todas as nações e então vira o fim." O evangelho do reino é a morte, sepultamento e ressurreição de Jesus. E depois que todas as pessoas tiverem ouvido, Jesus virá. E Deus esta com tanta pressa que levantou o Mel Gibson pra produzir esse
filme que vai alcançar Ásia, Américas, África, Europa, Oceania, e espalhar o evangelho do reino, pra que Jesus possa voltar. Precisamos equipar a igreja pra ficar na porta dos cinemas e fazer a colheita por que o povo vai sair pronto pra ser colhido. Eu nunca havia saído de um filme num ambiente tão silencioso... Se prepare por que Jesus esta voltando e esta entregando a colheita nas nossas mãos...

Débora Alves
"

Esta foi minha resposta:

"Cara Débora,

Apesar de eu não conhecê-la, sua mensagem acabou por cair em meu e-mail, e espero que não fique ofendida com minha resposta. Não tenha tantas expectativas quanto à resposta ao filme. As pessoas têm suas convicções, e têm igualmente o direito de tê-
las. Conheço muitas pessoas que assistiram ao filme do Mel Gibson "A Paixão de Cristo", e tiveram as mais variadas reações, desde revolta, achando que realmente é anti-semita (o que, aliás, é uma besteira, já que o próprio Jesus era judeu...), gente que ficou impressionada, digamos assim, espiritualmente, gente à qual o filme foi completamente indiferente e pessoas como eu, que acharam-no interessante do
ponto de vista histórico e até mesmo artístico. Mas nada além disso.
Veja bem, para que as pessoas estejam prontas para a "colheita", como você disse, é necessário que acreditem um mínimo da religião cristã. E não é porque viram um filme que vão mudar de opinião. Eu não mudei a minha... Mas acho o filme, como disse, bastante interessante, já que o assunto religiões me agrada sobremaneira, e saber como as pessoas se comportam perante cada uma é fascinante. Apesar de tudo, faço votos que tenha sucesso em seu cultivo, pois fazer o ser humano feliz é a coisa mais importante que existe, em minha opinião.
Seja feliz!

Rogério Marcio de Souza Teixeira"


Como vimos, de lá para cá não houve qualquer mudança na evangelização, o número de cristãos não mudou significativamente. Por outro lado não entendo como o sofrimento de um suposto deus possa ser mais significativo do que o de seres que realmente vão sofrer, não são superoderosos e sabem que depois do suplício não serão onipotentes... Para um deus, todo o sofrimento de Jesus seria nada, menos que uma picada de mosquito para nós. Mas eu preferi não dizer estas coisas à missivista, afinal, desejo sinceramente que ela seja feliz...

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

SEXO!!!!

Cuidado, mulherada, não é só "naqueles dias" que não se deve mergulhar. Se não for em piscina deve-se checar se está num dia fértil, senão vejamos:

http://www.youtube.com/watch?v=ShTy9M54Qgc

E você gosta de levar as crianças o Simba Safari (atualmente Zoo Safári)?:

http://www.youtube.com/watch?v=AmdvVK82fXU&feature=related

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Trabalho...

Interessante a apologia que o mundo capitalista faz do chamado "trabalho".



Porque os que mais fazem propaganda são os que menos trabalham, ou o utilizam para o mal. Grandes empresários e políticos adoram dizer que trabalham muito e pelo povo, quando na verdade o estão explorando e trabalhando pouco. E mal.

Mas o que quero dizer é que trabalho não é bom. Ou as pessoas não diriam que uma coisa deu trabalho quando foi difícil de fazer. Se trabalho fosse bom não precisaria de salário; uma coisa é rim quando em razão dela deve haver uma reparação, uma indenização.

E, mesmo sendo ateu, devo dizer que gostar do trabalho é pecado. Afinal, quando deus expulsou Adão e Eva do Éden, infligiu o pior castigo ao ser humano: "ganhar o pão com o suor de seu rosto". Deste modo, gostar de trabalhar é tripudiar sobre a punição divina.

Por outro lado, também devo mencionar uma frase constantemente dita por Ronnie Von em seu programa noturno Todo Seu: encontre uma atividade que você realmente você goste de fazer e não precisará trabalhar um dia em sua vida.

Desejo a todos, neste início de ano, uma vida repleta de ócio!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Minha contribuição ao espírito natalino...

http://www.youtube.com/watch?v=C5lHZI2XEYY

sábado, 11 de dezembro de 2010

Anarquia!!!

"WikiLeaks
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa
Nota: O WikiLeaks não está associado a Wikipédia nem a Wikimedia Foundation.
WikiLeaks



Página principal do WikiLeaks em 8 de dezembro de 2010

Cadastro Público
Gênero MediaWiki
Idiomas Árabe, Alemão, Espanhol, Francês, Inglês, Japonês, Coreano, Norueguês, Português, Russo, Turco, Ucraniano
Lançamento Dezembro de 2006
URL www.wikileaks.at

www.wikileaks.ch
www.wikileaks.de
www.wikileaks.fi
www.wikileaks.is
www.wikileaks.lu
www.wikileaks.nl
www.wikileaks.no
www.wikileaks.org (offline)
www.wikileaks.pl
www.wikileaks.se
www.wikileaks.si

Portal Tecnologias da informação

WikiLeaks é uma organização transnacional sem fins lucrativos, sediada na Suécia, que publica, em seu site, posts de fontes anônimas, documentos, fotos e informações confidenciais, vazadas de governos ou empresas, sobre assuntos sensíveis. O site foi construído com base em vários pacotes de software, incluindo MediaWiki, Freenet, Tor e PGP. Apesar do seu nome, a WikiLeaks não é uma wiki - leitores que não têm as permissões adequadas não podem editar o seu conteúdo.

Para a postagem, a WikiLeaks recomenda vivamente o uso do Tor, visando a preservar a privacidade dos seus usuários, e garante que a informação colocada pelos usuários não é rastreável. O site, administrado por The Sunshine Press, foi lançado em dezembro de 2006 e, em meados de novembro de 2007, já continha 1,2 milhões de documentos. No site, a organização informa ter sido fundada por dissidentes chineses, jornalistas, matemáticos e tecnólogos dos Estados Unidos, Taiwan, Europa, Austrália e África do Sul. Seu diretor é o australiano Julian Assange, jornalista e ciberativista."

Poucas palavras de minha parte: penso que estamos no limiar de algo que vai mudar o modo de agir dos governos. O ativismo virtual é realidade e veremos como os gevernantes administrarão com o risco de terem seus segredos expostos...

Eu estou achando ótimo!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Sempre admirei as mulheres. Além de serem criaturas que inspiram por sua própria natureza (não existem "musos" na mitologia - por mais que elas tenham criado tal expressão, mas a elas tudo é permitido), têm a vida muito dura, ditada pela natureza e pela sociedade.


- Mulheres têm menstruação;
- Mulheres têm menopausa;
- Mulheres têm TPM;
- Mulheres sofrem com variações hormonais enormes durante o mês e ao longo da vida;
- Mulheres têm hímen (se eu acreditasse em deus o acharia um tremendo sacana por ter feito uma coisa tão inútil, como uma película tão pequena pode gerar tanta confusão...).
- Mulheres engravidam (ah, sim, elas acham uma benção, mas aposto que na hora das dores elas aceitariam de bom grado dividí-las com o co-autor da obra!)

Até para urinar o homem tem mais facilidade e, muitas vezes, nem de banheiro precisa, enquanto para elas fazeer xixi num banheiro sujo é uma ginástica...















Afora os problemas de "fabricação", o homem (talvez por um certo complexo de inferioridade, por saber que o ser feminino é muito mais capaz) teimou, durante longo período, e afirmar que a mulher é inferior, tolhendo-lhe de direitos e assoberbando-lhe de obrigações. A mulher é administradora do lar, é a guardiã da prole e, depois de adquirir direitos, também deveria ajudar a prover o sustento da família, sendo que esta era a única obrigação do macho da espécie. Como pode ser inferior tal criatura? Nunca foi, não é e nunca será!

Por outro lado, os maiores danos da Humanidade tiveram como autores homens, ao menos numa esmagadora maioria. Esta mania masculina de disputar em tudo, de querer parecer mais "macho" que aqueles que o rodeiam causa sempre estragos magníficos. Acho que o mundo teria muito menos guerras se houvesse (muito) mais mulheres governando, mas sem os vícios masculinos.

Há muito mais a ser dito, mas isto é apenas um blog, não um livro...

Gosto e admiro tanto as mulheres, elas são tão superiores que às vezes mel pergunto por que não são todas lésbicas...

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Ruas

Antes de sair para minha caminhada diária, resolvi escrever algumas linhas a respeito de uma das coisas interessantes que dela decorrem. Ao caminhar, não correr, pode-se observar o que quer que seja, sem que se seja obrigado a focar toda a atenção ao volante ou ao exercício em si. Podemos ver as coisas, construções, pessoas interessantes, enfim, ser um observador da vida, mas ao mesmo tempo participando dela mais ativamente.
Uma das coisas que tenho atentado com isto são os nomes das ruas. Há, em Tucuruvi, uma rua "Bizarra", uma "Contos Populares" no Morumbi e já ouvi falar de uma "Borboletas Psicodélicas", que me faz pensar no que os vereadores fazem durante as votações e o que teria consumido o autor da lei que criou este nome...
Quem é de Santana ou de bairros próximos já reparou nesta ruazinha?
Vejam: